Fã Clube Oficial Yves Passarell



Yves Passarell no Do Balacobaco

Yves Passarell, guitarrista do Capital Inicial, esteve no programa do dia 29 de outubro de 2002 para falar do seu livro "Os Últimos Dias Perfeitos". É uma história de um cara que vai para uma festa e sua vida muda totalmente após ela.

Confira as fotos  da sua participação tiradas do  site da 89fm ( http://www.89fm.com.br)

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Yves Passarell no Programa Pânico da Rádio Joven Pan/SP- Dia 05/11/2002

Confiram a entrevista e fotos da participação do Yves na rádio ...tiradas
do site da Pan

http://jovempanfm.virgula.terra.com.br/frame.php


Dinho Ouro Preto e Yves Passarell no Pânico

Por: Bruna Lacorte

Com vinte anos de carreira, o Capital Inicial comemora a boa fase com o lançamento do álbum "Rosas e Vinho Tinto". Depois do sucesso com a canção "À Sua Maneira", foi a vez de "Quatro Vezes Você" estourar nas rádios do país.

Dinho Ouro Preto e Yves Passarell estiveram nos estúdios da Pan nesta terça-feira (05), representando a banda, que ainda está fazendo shows do trabalho mais recente. Confira a entrevista exclusiva.

É verdade que você já lançou um livro?
Yves - Eu escrevi antes de fazer sucesso, quando eu não tinha nada. É meu segundo livro. Escrevi "Temporada Inesperada", que é o primeiro e o segundo, que saiu há um mês, chama "Os Últimos Dias Perfeitos".

Você tem intenção de fazer um filme com a história do seu livro?
Yves - Não, eu não vou fazer nada. Fiz só o livro e já está bom.

A música "Quatro Vezes Você" foi inspirada na onda de reality shows, como "Big Brother" e "Casa dos Artistas"?
Dinho - Na verdade ela foi feita antes desses programas começarem. Nos shows, quando eu apresento essa música eu sempre falo desses seriados, mas não foi deliberado. A gente tava pensando mais em fazer uma canção do tipo seja você mesmo, não se sinta inadequado porque você se sente diferente. A intenção da música era essa. Aí no meio do caminho surgiram a "Casa dos Artistas", "Big Brother". Aí a gente pensou: "Pô, tem a ver também". Mas na verdade, não foi feito para os programas, mas cabe essa interpretação também. Mas a idéia que a gente tinha para a garotada era uma canção que fosse uma espécie de reafirmação. Para eles não se sentirem mal por serem esquisitos, todo mundo é esquisito, diferente. Veja esses programas pra você ver o quão estranhas as pessoas são. Casa de malucos.

Existe realmente uma Natasha?
Dinho - Não, a Natasha na verdade é uma composição de várias pessoas que eu conheço, é uma espécie de Frankstein da noite. É uma combinação de várias meninas diferente, mas eu não conheço uma só que seja tudo aquilo. Acho que talvez cada estrofe daquela seja uma menina diferente. Era da minha época de noitada, que também já ficou pra trás. Teve uma época na minha vida, antes de eu voltar para o Capital, que eu comecei a freqüentar muito esse cenário de música eletrônica. Tava começando o cenário techno aqui em São Paulo e eu vivia nessas baladas, mas superei essa fase. A impressão que eu tinha, é que todo mundo que freqüentava a noite procurava alguma coisa, que tinha um vazio existencial. A Natasha é uma menina assim. Todo mundo vê isso como uma espécie de celebração, a menina que só quer dançar, que só quer se divertir, mas eu acho que tem uma pontinha de deprê. É curioso que as pessoas pensam: "Que legal! Eu quero ser assim, quero ser a Natasha!". Mas na verdade não é tão legal assim. Ela sempre procura alguma coisa que ela nunca encontra, não ali.

O que anda fazendo Loro Jones?
Yves - O Loro Jones é um grande amigo, tá com uma banda chamada Palavrão. Ele morava em Brasília com filhos. Ele tinha que ficar indo e vindo. Acho que pra ele acabou ficando barra pesada. Ele decidiu sair.

Qual foi o momento mais marcante da sua carreira?
Dinho - Pô, eu toco há muitos anos, tenho vinte anos de carreira. Eu acho que no passado recente, que eu lembre, foi o Rock in Rio. Aquilo foi apavorante. Tinha 250 mil pessoas, pelo menos foi o que disseram. Era a noite mais cheia, um barulho ensurdecedor, de dar calafrios e aquele mar de gente. Eu olhava aquilo e pensava: "Meus Deus do céu, e agora? Como é que eu vou fazer? Eu já fico nervoso naturalmente, qualquer show. Você pode imaginar isso à décima potência, cara. Eu fico sempre achando que vou esquecer a letra, que vou errar. E no fim deu tudo certo. A gente acabou saindo num pedaço só. Disseram que o show dos Chili Peppers foi um pouco frio naquela noite, e a gente acabou se beneficiando, a gente acabou saindo até bem na foto.

E qual foi o momento mais difícil?
Dinho - Olha, dois momentos difíceis, eu acho. Um, no começo, a gente tinha acabado de chegar aqui em São Paulo, eu tinha 19 anos. A gente foi a última banda da nossa geração a conseguir gravar. A gente empacou na gravadora que a gente tava na época. E eu ficava na dúvida se o que eu tava fazendo era a escolha certa. Ficava achando que eu devia ter feito minha faculdade, seguido uma profissão mais ortodoxa, não devia ter arriscado. Fazer rock em qualquer país é dificílimo. Eu lembro o ano que eu cheguei aqui em São Paulo cara, como um dos anos mais difíceis da minha vida. E o outro foi quando a banda se separou, em 93. A gente nem mostrou para gravadora, a gente fez tudo independente. Não rolou nada, deu tudo errado. Eu fiz um disco solo, que acho que deve ter vendido dois discos (rs). Foi um momento em 97, antes da reunião do Capital, eu pensei em parar. Quase parei, foi por um triz.

Você acha que o sucesso que a banda conseguiu agora tem relação com a gravação do "Acústico MTV"?
Dinho - Acho que sim, acho que foi determinante cara. O acústico, pela própria natureza dele, transborda pra outras platéias. São os maiores sucessos de uma banda, só no violão, ou seja, não é só pra quem ouve rock e por último, é um especial de televisão, né. Essa combinação acaba dando um resultado que apela não só pra platéia de rock, ou seja, naturalmente transcende pra outras platéias.

Você já passou por alguma situação embaraçosa com fãs suas?
Dinho - Só no passado. Hoje o que a gente procura fazer é o mais simples. Quando chegam pessoas alteradas o que a gente tende a fazer é: "Pô, se acalma. Não perde essa oportunidade de falar conosco. Não grita, conversa conosco. O que você quer saber? Aproveita e trata a gente com igualdade". Em geral, eu acho que essa histeria acaba sendo ruim. A pessoa não fala com você, você não conhece a pessoa. Cria um clima esquisito, acaba te distanciando das pessoas.

Tem alguma banda que você ainda não conheceu e tem vontade de tocar junto?
Dinho - A gente já tocou com o Chili Peppers, com o Bon Jovi, já foram várias bandas legais. Eu gostaria de conhecer o U2, cara. Gostaria de conhecer o Bono. Tem várias, mas eu já conheci muitos dos meus ídolos.

BATE BOLA

Nome: Yves Passarell

Data de Nascimento: 08/02/69

Signo: Aquário

Adoro fazer: Música

Odeio fazer: Ir ao banco

Mania: Não tenho

Um filme: "A Doce Vida"

Um CD: "Californication"

Uma Música: "Under The Bridge"

Cantor: Ozzy Osbourne

Cantora: Cássia Eller

Banda Nacional.: O Rappa

Banda Inter.: AC/DC

Mulher dos sonhos: Catherine Zeta Jones

O que não pode faltar na sua geladeira: Cerveja

Peça de roupa que não pode faltar no guarda-roupas: Bermuda

Como faz para manter a forma: Cerveja, vinho e rock 'n' roll

De que forma a fama mudou a sua vida? Cerveja, vinho e rock 'n' roll



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